Com o focinho curto e arrebitado — uma escama modificada conhecida como escama rostral — elas lembram um porquinho, o que lhes garantiu o nome peculiar. São batracófagas, ou seja, alimentam-se principalmente de anuros, como sapos, rãs e pererecas, e possuem uma leve toxina inofensiva aos humanos, injetada por presas localizadas no fundo da boca.




