“Eu parei a minha vida em 2019, eu saí do trabalho, mas hoje em dia eu trabalho como freelancer mesmo, para conseguir acompanhar a rotina da Helena e conseguir acompanhar nas terapias dela. Eu acho que foi essencial para o que ela é hoje, por tudo que ela fala hoje, toda essa paralisação minha repentina, e a gente vai se virando aqui, vende alguma coisinha ali, trabalha ali, para ela conseguir ter o tratamento que ela tem hoje”, conta.




