“Não tem a mínima condição de ficar sem fazer terapia, porque foi uma mudança radical em nossas vidas. Da manhã para a tarde, eu fiquei sem o meu marido, eu fiquei sem o meu melhor amigo, meu confidente, provedor da minha casa, o pai do meu filho. Aí eu tive que sair da nossa casa, sair do colégio que ele estava já há mais de cinco anos. Saímos do local onde ele nasceu e viveu por 11 anos”, revelou Rosana, que chegou a se formar comissária para ficar perto do marido, mas deixou a profissão depois que o filho nasceu.




