À EPTV, afiliada da TV Globo, o diretor técnico do hospital afirmou que, em 41 anos de profissão, nunca viu uma situação como essa porque, apesar de fazer parte do protocolo, o mais comum é que, a partir do início da retirada da sedação, o quadro evolua a óbito – o que ainda pode acontecer, considerando que o estado de saúde é gravissímo.




