“Vendo de tudo que entra [na prisão], pra atender tanto a família do reeducando, quanto o reeducando”, comentou Sara Diene. O tudo, aliás, não é exagero da comerciante. Por lá é possível encontrar guloseimas, potes, uniformes novos para os detentos e até lingeries à prova de revista – para encontros íntimos na cadeia.




