O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PL) se reuniu, na tarde desta sexta-feira (13/1), com todos os funcionários da limpeza, da manutenção hidráulica e responsáveis pela conservação do Palácio do Planalto.
Na ocasião, Lula agradeceu aos trabalhadores que limparam a sede da Presidência da República no dia seguinte aos ataques terroristas de 8 de janeiro, quando bolsonaristas radicais invadiram e vandalizaram os prédios do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF) .
Nas redes sociais, o presidente disse que os funcionários “limparam e reergueram” o Planalto “em pouquíssimos dias, depois do estrago feito por vândalos”.
Hoje agradeci os trabalhadores que limparam e reergueram o Palácio do Planalto em pouquíssimos dias, depois do estrago feito por vândalos. Esse é um patrimônio do povo brasileiro, de todos nós. Muito obrigado.
📸: @ricardostuckert pic.twitter.com/rDTFcKqDVZ
— Lula (@LulaOficial) 13 de janeiro de 2023
Danos do Planalto
Nos ataques terroristas do último domingo, vândalos invadiram o Palácio do Planalto e danificaram a área externa e interna do prédio. Cadeiras, vidros e móveis foram quebrados e obras de arte foram danificadas.
Após os ataques, além da limpeza, os funcionários da Presidência fizeram uma manutenção na rede elétrica e hidráulica do Planalto.
De acordo com levantamento preliminar da Presidência da República, obras importantes, como o Relógio, de Balthazar Martinot, de valor inestimável; As Mulatas, de Di Cavalcanti, avaliaram em R$ 8 milhões; e O Flautista, de Bruno Giorgi, de R$ 250 mil, também foram alvos dos atos antidemocráticos.
As mulatas, de Di Cavalcanti, peça principal do Salão Nobre do Palácio do Planalto foram encontradas com sete rasgosReprodução
As mulatas José Cruz Agencia BrasilAs Mulatas, de Di Cavalcanti Foto: José Cruz/Agência Brasil
O FlautistaO Flautista, de Bruno Giorgi Beto Barata
Relógio de Balthazar Martinot Relógio, de Balthazar Martinot reprodução
relógio destruídoObjeto de valor histórico inestimável ficou destruído
Mesa de trabalho de Juscelino Kubitscheck Mesa de trabalho de Juscelino KubitscheckFoto: Divulgação
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